domingo, 26 de julho de 2015

A inferência estatística na avaliação de imóveis

 João Fonseca / Avaliador de imóveis / 919375417A utilização da inferência estatística como ferramenta do método comparativo de mercado tem vindo a ter um crescente interesse na classe dos avaliadores de imóveis.

Permite-nos que a partir de uma amostra representativa se possam extrair conclusões sobre uma população.

Entre as suas várias vantagens, tem uma que seguramente melhora a qualidade de uma avaliação de imóveis, ou seja, retira qualquer subjetividade à analise e permite que uma série de testes sejam realizados para verificar a qualidade de uma avaliação.

Na avaliação de imóveis recorremos a modelos de regressão linear, onde o Microsoft Excel desempenha um papel preponderante.

No entanto, é sempre necessária uma série de testes, nomeadamente de significância de regressores e do modelo (distribuição t de Student e de Snedecor), linearidade, normalidade dos resíduos, homocedasticidade, colinearidade ou multicolinearidade, ou ainda a existência de “outliers”.


Em face do rigor necessário às análises de regressão, achamos interessante disponibilizar o documento “Do mau uso da inferência estatística aplicada às avaliações imobiliárias - Teoria e Exemplos”, do Eng. Paulo Grandiski, que, de um modo muito claro, explica o que não se deve fazer quando utilizamos esta ferramenta. 
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